no futuro o homem aguarda a vida
negando a transformação e o agora
sempre neste exato momento,
dentro desse devaneio o após se divinifica.
o devir lhe aplaca de tal maneira que o ente
esquece-se do momento intrínseco
que sua vida se passa,
nesta relação do ser e do nada
ele não encontra substancia,
nem momento....
e sonha com sua divina alienação.
Romulo Diego.
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